Ain, eu resolvi que iria agora falar sobre a pessoa que está me deixando triste. Porém, eu amo essa pessoa cara. Não consigo falar mal dela, e parece que quando nós dois brigamos, o culpado sou eu. Amor amor, quando você vai entender que um dia vai ter que ir embora? O coração já está caído no chão com os cacos espalhados. Mas você continua me importunando.
Odeio amar tanto assim alguém. O foda é que eu nem ao menos sei como continuo a amar. A pessoa já deixou claro que não me quer, e eu continuo deixando claro que a quero. Porém não vou brigar, não quero mais me fazer de idiota. Já estou muito bem sendo idiota em muitas coisas, pra também ser idiota no amor. Aí chega você retardado e fala: Mas o amor nos deixa idiotas. Aí eu chego e falo: Vai cheirar pum de cachorro.
Aquela vontade maldita de sair de casa, ir para a rua. Acho que vou para o shopping, encontrar alguém numa mesa da praça de alimentação e desabafar para um desconhecido. Deve ser interessante, a pessoa ao menos vai nos dar conselhos que ainda não ouvimos. E de brinde nos distraímos, porque essa pessoa com certeza também vai se desabafar com a gente. Doce ingenuidade.
Vamos agora voltar aos meus choros. Eu tinha certeza que iria ser para sempre. Nós falávamos um para o outro: “Eu te amo, mais que tudo e mais que todos, com as forças que eu tenho e com as que eu não tenho ainda.” Cadê todo esse amor gente? A minha parte do “pra sempre” ainda está aqui. Mas cadê a parte do “pra sempre” daquela merdinha? Vou procurar ciganas na rua já, ver se elas tem alguma poção mágica para me fazer curar.
Já falei, nada de brigar por aquilo que não me quer. Independente dessa coisa valer muito a pena, tipo, muito mesmo. Valer mais a pena do que minha própria vida. Er, exagerei. É o amor uai, cheio de exageros. Também fui ridículo? O amor de novo. Poderia falar mais mil coisas e também seriam coisas do amor. Amor, para de me fazer agir como um panaca, por favor. Resposta: NÃO.
Vontade repentina de ver o filme “Abaixo o amor”.
Odeio amar tanto assim alguém. O foda é que eu nem ao menos sei como continuo a amar. A pessoa já deixou claro que não me quer, e eu continuo deixando claro que a quero. Porém não vou brigar, não quero mais me fazer de idiota. Já estou muito bem sendo idiota em muitas coisas, pra também ser idiota no amor. Aí chega você retardado e fala: Mas o amor nos deixa idiotas. Aí eu chego e falo: Vai cheirar pum de cachorro.
Aquela vontade maldita de sair de casa, ir para a rua. Acho que vou para o shopping, encontrar alguém numa mesa da praça de alimentação e desabafar para um desconhecido. Deve ser interessante, a pessoa ao menos vai nos dar conselhos que ainda não ouvimos. E de brinde nos distraímos, porque essa pessoa com certeza também vai se desabafar com a gente. Doce ingenuidade.
Vamos agora voltar aos meus choros. Eu tinha certeza que iria ser para sempre. Nós falávamos um para o outro: “Eu te amo, mais que tudo e mais que todos, com as forças que eu tenho e com as que eu não tenho ainda.” Cadê todo esse amor gente? A minha parte do “pra sempre” ainda está aqui. Mas cadê a parte do “pra sempre” daquela merdinha? Vou procurar ciganas na rua já, ver se elas tem alguma poção mágica para me fazer curar.
Já falei, nada de brigar por aquilo que não me quer. Independente dessa coisa valer muito a pena, tipo, muito mesmo. Valer mais a pena do que minha própria vida. Er, exagerei. É o amor uai, cheio de exageros. Também fui ridículo? O amor de novo. Poderia falar mais mil coisas e também seriam coisas do amor. Amor, para de me fazer agir como um panaca, por favor. Resposta: NÃO.
Vontade repentina de ver o filme “Abaixo o amor”.




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